A imprensa ucraniana informa que três pessoas, incluindo uma criança, morreram no bombardeamento de uma maternidade e de um hospital infantil na quarta-feira (9), na cidade de Mariupol. A informação foi passada pelo prefeito, Sergei Orlov.

Segundo o Pravda e o The Kyiv Independent, 17 ficaram feridos. O ataque, de acordo com a imprensa, teria sido feito "por aviões russos".

De acordo com Orlov, o ataque russo a civis foi consciente. “Eu estou absolutamente certo de que eles sabem [que lá funcionava] essa instalação [o hospital], e que estão destruindo essa cidade”, disse à BBC.

Rússia nega versão da imprensa ocidental

Em uma publicação em suas redes sociais, o vice-representante russo na Organização das Nações Unidas (ONU), Dmitry Polyansky, disse que há uma farsa por trás do discurso veiculado pela imprensa ocidental "de que civis foram atacados em um hospital em Mariupol".

"É assim que nascem as notícias falsas. Em nossa declaração de 7 de março, alertamos que este hospital havia sido transformado em uma instalação militar por radicais. É muito alarmante que a ONU esteja distribuindo essas informações sem verificação", escreveu Polyansky.

Na quarta-feira (9), o secretário-geral da ONU, António Guterres comentou o ataque a um hospital em Mariupol, "onde estão localizados os departamentos de maternidade e infantil".

Guterres observou que os civis "pagam o preço mais alto por uma guerra que não tem nada a ver com eles". Ele ainda pediu o fim da violência.

Em 7 de março, o representante permanente da Rússia na ONU, Vasily Nebenzya, disse que os moradores de Mariupol relataram que, "depois de expulsar todo o pessoal da maternidade no hospital, as Forças Armadas da Ucrânia fizeram uma posição de tiro a partir dele".

Além disso, como também apontou o representante russo, "os radicais destruíram completamente um dos jardins de infância da cidade".

Com informações do Brasil 247 e Sputnik


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