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A sessão da Câmara Municipal de Mossoró da terça-feira já é considerada uma das tumultuadas de 2023, e olha que o ano já está repleto de sessões carregadas de polêmicas e tumultos. Teve de tudo, de acusações até dedo em riste.

O início da confusão se deu Marleide Cunha (PT) fazia um discurso na tribuna. A vereadora reclamava de cancelamentos dos deslocamentos de pacientes que precisam de atendimentos em outras cidades.

Diante da cobrança da parlamentar, os vereadores da base do prefeito Allyson Bezerra (União) tentaram desqualificar a fala de Marleide, por causa das mazelas na saúde do Governo do Estado, administrado pelo PT.

Foi então que entrou em cena a "estrela da sessão", o vereador Paulo Igo (SD), que acusou os colegas  ligados ao prefeito de serem “comprados” (ver vídeo abaixo).


Genilson Alves (PROS), que é conhecido pelo temperamento tranquilo, ficou visivelmente alterado e disse que quando era oposição, nunca se referiu aos adversários dessa forma.

Em outra polêmica, Omar Nogueira (PATRI) não gostou de ser interrompido pelo vereador Francisco Carlos (Avante) e questionou, de forma irônica, o fato dele ser "tão educado" e "doutor". Francisco Carlos reagiu: “Eu acho que ele pensa que eu me envergonho por ser doutor… ele (Omar) não se envergonha da formação que tem”, ironizou.

O presidente da Câmara Lawrence Amorim (SD) disse sugeriu que os assuntos sejam levados ao Conselho de Ética da Casa.

O presidente do Conselho de Ética Marckuty da Maisa (SD) convocou reunião que foi realizada no final da manhã de quarta-feira.


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