Com a participação da governadora Fátima Bezerra, foi inaugurado nesta terça-feira, 29, mais um parque eólico no Rio Grande do Norte, Estado líder em geração deste tipo de energia no Brasil. A solenidade aconteceu no espaço de Eventos do Hotel Termas, em Mossoró.

Com capacidade instalada de 1.2 GW, o parque eólico Serra do Mel II, da Echoenergia, é um dos 216 empreendimentos em operação no estado. 

“Esse governo tem consciência da importância do tema das energias renováveis e trabalha de forma integrada, mantendo um diálogo franco com a iniciativa privada, para promover cada vez mais o desenvolvimento do Estado”, destacou a governadora Fátima Bezerra.

Para a chefe do Executivo estadual, o compromisso do Estado com o setor de energias renováveis está expresso em ações como o lançamento da Plataforma do Atlas Eólico e Solar do RN feito nesta segunda, com o objetivo de mapear as áreas disponíveis para novos investimentos em usinas eólicas e solares, o Programa Norte-rio-grandense de Hidrogênio Verde e a conclusão dos estudos para instalação de um porto-indústria no estado para dar suporte à indústria eólica offshore (no mar).

“ O futuro está sendo construído no presente com uma gestão que tem planejamento, foco e responsabilidade”, ressaltou a governadora Fátima Bezerra.

O Serra do Mel II é o segundo complexo eólico da empresa no Rio Grande do Norte. O outro é o Echo3, também em Serra do Mel, com 24 aerogeradores e 101 MW de potência instalada.

Segundo Edgard Corrochano, ceo (diretor presidente) da Echoenergia, com investimentos de R$ 2,2 bilhões, o empreendimento gerou 10 mil empregos. “Só em projetos sociais na cidade, investimos R$ 4,5 milhões, contemplando 15 mil famílias”, pontuou.

Hoje, o Rio Grande do Norte é o maior produtor de energia eólica do Brasil, com 6,6 Gigawatts de potência instalada. O Estado possui 345 empreendimentos (operação, construção e contratados) e 11,2 GW de potência instalada e a ser gerada.

E o RN tem potencial no offshore (no mar) para produzir 140 GW, o equivalente a 10 usinas do porte de Itaipu (segunda maior hidrelétrica do mundo).


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