Por François Silvestre / Do Blog Carlos Santos

O capitão de fragasta, Jair Bolsonaro, é um mentiroso compulsivo. Esse é um truísmo. Isto é, uma coisa que não precisa ser dita posto que todos sabem disso. Até os seus.

Vamos aos intocáveis por ele declarado ao longo e tenebroso curso do seu desgoverno. sem preocupação com a ordem cronológica. chute-na-bunda.

Lembram do ministro Ernesto Araújo, das Relações Exteriores? Pois pois, “ninguém vai tirá-lo do governo”. Disse Bolsonaro, afrontando a China. Resultado? Pé na bunda. Hoje, anda o “intocável” dizendo horrores sobre Bolsonaro e seu “governo”.

E no Ministério do Meio Ambiente? O Ricardo Salles é um símbolo pronto e acabado da política de desmonte ambiental do bolsonarismo. De Bolsonaro: “Ninguém tira o Sales dali, ninguém”. Aí veio à tona comprovadamente do envolvimento do pimpolho Sales com madeireiros clandestinos, contrabando de madeira e outras mumunhas. Pé na bunda, mesmo pra desgosto de Bolsonaro.

No Turismo, o ministro Marcelo Antônio segurou-se o quanto pode nos ovos de Bolsonaro, que lhe garantia permanência. Pé na bunda.

Na Educação, é um festival. Aquele idiota funcional Abraão Weintraub, que nem consegue pronunciar o próprio nome, disse numa reunião ministerial que “os ministros do Supremo são uns filhos da puta, que devem ser presos”, aquela em que Moro, ministro da justiça, ficou caladinho. Pois bem. Bolsonaro declarou que o ministro era da sua cota pessoal e ninguém mexia. Pé na bunda.

Seguiram-se aí vários intocáveis. Um que inventou no currículo cursos não feitos em universidades inexistentes. Outro que nem assumiu, caindo de verde para podre sem amadurecer. Todos com a garantia da intocabilidade endossada por Bolsonaro. Aí chegou no vizinho de Deus. Milton Ribeiro.

Dele disse Bolsonaro: “é o maior e melhor ministro da educação que o Brasil já teve”. E acrescentou que era um “homem de Deus” e que Deus estava acima de tudo. Isto é, Deus precisou de Bolsonaro pra ser promovido à ascensão sobre todos. E Milton Ribeiro estava sentado ao lado direito do pai.

Kkkkkkkk. Aí lá vem a enxurrada. Milton, escondido do divino, negociando grana em espécie e em ouro com outros colegas picaretas, para desviar dinheiro da Educação, em projetos pessoais de igrejas de ladroagem e safadezas. Patifaria de corrupção escancarada.

Aí Bolsonaro declara: “Ninguém mexe com o Milton. Ponho minha cara no fogo por ele. Ele fica e tamos conversado”. Pé na bunda. Isso tudo pra demonstrar uma coisa: Nada do que Bolsonaro diz merece crédito. Nada. nem as ameaças.

É um bosta enfeitado de faixa presidencial. Só.


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