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Integrante da seleção que levou virada na final de Londres 2012, líbero afirma que sacar com inteligência será arma para jogar os gigantes no chão na corrida pelo ouro


Por mais que tente, Serginho não consegue até hoje entender a reviravolta naquele jogo contra a Rússia na final olímpica de Londres 2012. O Brasil estava com a medalha de ouro nas mãos e viu Muserskiy dar início a uma improvável reação. Quatro anos depois, as equipes vão se reencontrar. Não numa decisão, mas por um lugar nela. O líbero vai estar em quadra novamente. O gigante de 2,18m, não. Foi cortado às vésperas do embarque para o Rio, com uma lesão. Para o confronto desta sexta-feira, às 22h15, no Maracanãzinho, ele tem a receita.   

- O que eu lembro é que perdi dos caras (risos). Não jogamos bem e perdemos. Agora é uma outra situação. É pressão o tempo inteiro, mas a gente está calejado a jogar numa situação dessas contra uma equipe difícil. A Rússia tem tradição gigantesca, é um adversário alto, não vai dar para ir por cima deles no ataque. Não adianta querer medir forças com os caras porque vamos perder. Eles são mais fortes do que a gente. Parece que os 2,00m deles são bem mais altos do que os nossos (risos). O que nós vamos ter que fazer é jogar vôlei. Não adianta querer brigar com os caras porque a gente vai apanhar, não tem jeito, eles são grandes. Vai ser um jogo de paciência - afirmou Serginho. 
Serginho Brasil x Argentina vôlei rio 2016 (Foto: Divulgação FIVB)Serginho comemora a ida à semifinal (Foto: Divulgação FIVB)
Saber sacar com inteligência também será fundamental de acordo com o campeão olímpico.  
- É enfiar o pau no saque. Se for no jeito, vamos no flutuado. Porque eles são grandes e é mais difícil ir para o chão, entendeu? (risos). Vamos tentar jogar os caras no chão. Temos que saber jogar. Fazer o ponto.

*globoesporte.com



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