Os bastidores políticos do RN esquentaram na terça-feira (07), em Brasília, com uma definição importante para o cenário eleitoral do Estado. Em reunião na sede nacional do PDT, Jean Paul Prates e Rafael Motta desenharam uma estratégia pouco comum, mas ambiciosa: a construção de uma candidatura ao Senado baseada no compartilhamento de mandato.
A proposta, que já recebeu o "martelo batido" do presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, e da líder estadual, Márcia Maia, visa unir forças em vez de fragmentar a base.
Como vai funcionar?
A ideia é que os dois nomes caminhem juntos sob um acordo de alternância ou gestão conjunta da cadeira no Legislativo, caso saiam vitoriosos. Mas quem encabeça a chapa? A decisão será técnica:
Critério: Uma pesquisa de opinião definirá quem será o titular.
Aliança: O nome mais bem avaliado terá a missão de compor a chapa com o PT, focando diretamente em captar o "segundo voto" do eleitorado lulista no estado.
O que isso significa na prática?
Para Jean Paul, a iniciativa fortalece o projeto político do PDT no RN, apresentando uma alternativa de unidade ao eleitor. Em suas redes sociais, o ex-senador destacou que a formalização pública desse acordo é uma forma de oferecer robustez à candidatura, garantindo que ambos os quadros — que possuem forte capital político — contribuam diretamente com o mandato.
Resta agora saber como o eleitorado potiguar receberá essa proposta de "dois em um" e como as pesquisas refletirão o peso de cada nome nessa disputa.


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