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| Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil |
Com blocos espalhados por todo o país e milhões de pessoas nas ruas, o Carnaval movimenta não só a economia, mas também a ação de criminosos especializados em fraudes digitais. Durante o período de festas, aumentam os registros de golpes envolvendo pagamentos eletrônicos, principalmente por meio de maquininhas adulteradas, cartões por aproximação e transferências via Pix.
Entre as práticas mais comuns está o uso de equipamentos de pagamento com visor danificado ou manipulado, o que impede o cliente de conferir o valor real da cobrança. Outra estratégia recorrente envolve falsos vendedores que trocam cartões ou registram a senha da vítima, permitindo movimentações financeiras posteriores sem que o dono perceba de imediato.
Também é necessário atenção ao realizar pagamentos por Pix. QR Codes falsos podem direcionar o dinheiro para contas diferentes da do comerciante. Antes de concluir qualquer operação, a recomendação é verificar com cuidado o nome do destinatário, os dados bancários e o valor informado.
Em meio às aglomerações, golpes com cartões por aproximação também ganham espaço. Criminosos se aproveitam do contato físico próximo para tentar efetuar cobranças sem autorização. Uma medida preventiva é desativar temporariamente essa função durante os dias de festa.
Para reduzir riscos, especialistas orientam ainda:
- ativar alertas no aplicativo do banco para acompanhar transações em tempo real;
- manter Wi-Fi e Bluetooth desligados quando não estiverem em uso;
- estabelecer limites para pagamentos por aproximação e transferências via Pix;
- anotar o número IMEI do celular (*#06#). Em caso de roubo, o código permite solicitar o bloqueio do aparelho junto à operadora.
A combinação de atenção e medidas simples pode ajudar o folião a curtir a festa sem transformar a diversão em prejuízo financeiro.
Agora RN



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