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O prédio do Instituto Metrópole Digital (IMD) foi invadido na manhã de sexta-feira, 24, por servidores técnicos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que estão em greve há quase três meses. Os grevistas entraram no prédio do IMD e trancaram o imóvel com cadeados e correntes para impedir o acesso dos funcionários ao expediente.

O coordenador de educação da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra Sindical), Sandro Pimentel, confirmou a invasão do IMD e disse que o grupo de grevistas chegou às 5h. Eles saíram do local por volta das 12h30. Segundo ele, o governo federal “tem endurecido” com relação às negociações. “A partir de agora, nacionalmente, vamos endurecer, vamos radicalizar”, avisou.

Pimentel disse que o grupo está “sem previsão de sair” do IMD. “Vamos nos reunir no final do dia para deliberar o que será feito, mas provavelmente não iremos sair daqui”, informou.

Servidores e professores do IFRN também mantêm greve

Servidores e professores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) decidiram rejeitar a última proposta do governo e manter a greve iniciada em 3 de abril.

Em assembleia realizada na quinta-feira, 23, a categoria aprovou a manutenção da paralisação por ampla maioria: 445 votos a favor e 85 contrários, além de 30 abstenções.

Em nota publicada em seus canais oficiais, o Sinasefe – sindicato que representa professores e servidores técnicos – informou que a greve tem cinco reivindicações.

São elas: reestruturação das carreiras de técnico-administrativos (PCCTAE) e docentes (EBTT); recomposição salarial; revogação de todas as normas que prejudicam a educação federal aprovadas nos governos Temer (2016-2018) e Bolsonaro (2019-2022); e recomposição do orçamento e reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudantes.

Professores e servidores da rede federal estão em greve em todo o país cobrando reajuste salarial e outras pautas.

Nesta semana, servidores técnicos-administrativos e professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) também decidiram permanecer em greve por tempo indeterminado.

Agora RN


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