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Foto: Carlos Costa

Dentro da previsão de ampliar os serviços oferecidos à população de 63 municípios potiguares, o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia (HMPMC), ainda dentro da programação comemorativa ao mês da mulher, iniciou na última terça-feira (19) os atendimentos do ambulatório de climatério para atender mulheres que passam pela transição do período de fertilidade para a menopausa.

Segundo a médica Ada Custódio, ginecologista no HMPMC e especialista em Climatério e Menopausa pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o início das atividades é um marco importante para o atendimento às mulheres neste período delicado de suas vidas. “É um serviço ainda muito escasso no nosso país inteiro. E é um ambulatório especializado que vai ajudar essas mulheres que estão passando por essa fase de infecção e a fase menopausal, que vêm cheias de sintomas que atrapalham na qualidade de vida, interferem na parte familiar, no trabalho, na vida das mulheres”.

A médica explica ainda de que forma o ambulatório auxiliará as pacientes atendidas pelo HM de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Conseguiremos fazer tratamento de reposição hormonal. Nas pacientes que têm contraindicação à reposição hormonal, ofertaremos tratamentos alternativos que possibilitem enfrentar essa fase de uma maneira mais leve, ajudando a mitigar as dificuldades que ela passa em casa e até as dificuldades no trabalho”, comentou.

Dona Maria José de Paiva, moradora de Umarizal, uma das primeiras usuárias do serviço, comentou sobre o atendimento no HMPMC. “Quando eu entrei aqui, a gente vem nervosa, porque vem fazer exames, consultas, e aí uma das primeiras coisas que elas fazem é nos acalmar, mostrar nossos direitos, faz uma reunião de início, que eu achei bem interessante, porque a gente já com medo de alguma coisa, mas eles passam essa segurança. Um hospital como esse para nós mulheres, principalmente nós, que não temos condições de estar pagando uma clínica particular, aqui é nota dez. O atendimento é maravilhoso, estamos nos sentindo como se estivesse numa clínica de primeiro mundo”.


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