César Santos / Jornal de Fato
A empresaBDX Empreendimentos, por meio de seus representantes, afirma que ganhou o pregão, mas houve manobra, por parte da gestão municipal, para direcionar o processo em favor do Tchê.
A empresa, que se diz prejudicada, entrará com mandado judicial e pedido de liminar para suspender o resultado do pregão, que foi homologada pela Prefeitura de Mossoró.
A BDX apresentará à Justiça uma série de falhas consideradas graves. Uma delas é de que o Tchê não deveria ter sido habilitado para concorrer ao pregão, dada a falhas graves. Uma delas aponta que o Tchê, usando a razão social A R Veber Ltda (CNPJ: 11.125.102/0001-50), só conseguiu os alvarás e mudança de endereço a menos de 24 horas da realização do pregão.
A assessoria jurídica e contábil da BDX afirma que “na data do certame, a A R Veber Ltda (Tchê) não estava em pleno funcionamento, visto que não se tinha autorização para emissão de notas de suas filiais”, e reforça: “Não nos parece razoável, que a empresa seja aberta em 2 de março, e 3 de março já esteja em farto funcionamento.” A BDX também pedirá à Justiça uma perícia contábil da A R Veber Ltda, baseada pela farta documentação que tem em mãos.



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