Pedro Guimarães, presidente da Caixa desde o primeiro dia do governo, deve deixar o banco hoje de manhã, de acordo com assessores diretos de Jair Bolsonaro.

Guimarães, talvez o frequentador mais assíduo das lives das quintas-feiras de Bolsonaro, foi abatido por denúncias de assédio sexual feitas por funcionárias do banco.

O caso foi revelado ontem pelo repórter Rodrigo Rangel e está sendo investigado pelo MPF em caráter sigiloso.

Guimarães e Bolsonaro conversaram na noite de terça-feira (28) e a decisão foi tomada. Em princípio, segundo relatos do entorno do presidente, Guimarães pedirá demissão para cuidar de sua defesa.

Assessores do presidente estão atônitos desde a tarde de hoje, quando a história foi revelada, com o potencial de estrago que o caso pode ter na campanha à reeleição — mais especificamente sobre o eleitorado feminino, notoriamente arredio a Bolsonaro. 

Lauro Jardim / O Globo



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