Fácil

 


O clima é de tensão lá para as bandas da Câmara Municipal de Mossoró depois que o presidente Jório Nogueira (PSD) propôs exonerar seis dos sete assessores com cargos comissionados em cada um dos 21 gabinetes parlamentares do Legislativo.

Duas reuniões já aconteceram esta semana entre o comandante do Legislativo e os demais vereadores, onde o que não faltou foram murros na mesa e vozes em tons alterados.

Jório já vem num entrevero com os demais 20 vereadores da casa desde quando, em abril suspendeu a verba  indenizatória em atendimento à recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE). 

As exonerações seguiriam, segundo Jório, uma orientação de sua equipe técnica para poder fechar as contas do exercício 2016, que apresentam, até aqui, um déficit ainda não revelado em demonstrações contábeis.

Sabe-se que existe, somente. 

Enquanto isso, os assessores dos gabinetes ameaçados da degola vivem a apreensão semelhante à do peru em véspera de natal.

Como diria o jornalista Canindé Queiroz: "Se vai sair fumacinha preta? Ah, se vai...".

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