Mesmo voltando de ressesso legislativo de meio de ano, a Câmara Municipal de Mossoró, nada produziu em termos de apreciação e votação de projetos, proposições e indicações, nas duas seções ordinárias das terças e quartas, programadas para esta semana.
Em ambas só aconteceram os pequenos e grandes expedientes quando são proferidos os discursos em plenário.
No prosseguimento dos trabalhos para que se desse inicio a chamada "ordem do dia" simplesmente não teve quorum e um dos presidentes da mesa em exercício dava por encerrada a sessão.
Claro, tudo dentro de uma estrategia da base governista que esvazia o plenário para não votar o pedido de autoria do vereador Thomaz Neto, para solicitar esclarecimentos a Prefeitura de Mossoró, quanto a denuncia feita pelo juiz do trabalho sobre possíveis ilegalidades nas contratações das terceirizadas.
Soma-se a isto o fato da falta de comando dos trabalhos por parte da mesa diretora que, nos dois dias não contou com a presença do seu presidente Jorio Nogueira.
Aliais ha tempos, mesa diretora e presidente da Câmara não tem falado a mesmo linguá.
As consequências são previsíveis, quando em um parlamento se estingue o diálogo.
Os trabalhos tendem a emperrar, principalmente os legislativos que podem se traduzir em soluções para os problemas da população, os quais muitos deles dependem de extenuadas discussões em plenário e aprofundados estudos nas comissões de trabalho.
A Sociedade assiste a tudo ao vivo, pela TV Câmara e, portanto, esta mais do que de olho.


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