Também na quarta, Elizabeth II foi recepcionada por uma multidão em uma visita a agência postal em Windsor - cujo castelo é uma de suas residências oficiais -, pelo aniversário de 500 anos do serviço postal.
Os festejos oficiais dos 90 anos acontecerão, como é habitual, em junho, com um grande desfile militar em Londres e um piquenique para milhares de pessoas no Mall, a grande avenida diante do Palácio de Buckingham.
Quase 10 mil ingressos para o almoço serão colocados à venda. Cada um custará custarão 150 libras (cera de R$ 870). Do total, nove mil ingressos serão destinados às 600 organizações de caridade que têm a monarca como benfeitora e que poderão revender até 40% dos bilhetes pelo preço que desejarem, para financiar suas atividades.
Recorde
Coroada no dia 2 de junho de 1953, a soberana ocupa o trono do Reino Unido e outros 15 reinos, entre eles Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Jamaica, há 63 anos. No passado, também foi a monarca da África do Sul, Sri Lanka, Paquistão e Nigéria.
Coroada no dia 2 de junho de 1953, a soberana ocupa o trono do Reino Unido e outros 15 reinos, entre eles Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Jamaica, há 63 anos. No passado, também foi a monarca da África do Sul, Sri Lanka, Paquistão e Nigéria.
Em setembro do ano passado, Elizabeth II bateu o recorde, que antes pertencia à sua tataravó Vitória, de monarca a ocupar o trono britânico por mais tempo.
Apesar de ser a monarca de mais idade no mundo depois da morte do rei saudita Abdullah, aos 90 anos em janeiro de 2015, ela não é a pessoa que está há mais tempo na função. Esta honra corresponde a Bhumibol Adulyadej, de 88 anos, rei da Tailândia desde 1946.
Popularidade e modernidade
Elizabeth II não mostra sinais de querer se aposentar, apesar de, nos últimos anos, ter delegado parte de suas funções a membros mais jovens da família real.
Uma nova pesquisa sugere que o público britânico quer que as coisas continuem como estão, e 70% acreditam que deveria reinar o maior tempo possível, o maior percentual registrado desde 1981.
O apoio à monarquia continua sendo elevado, com 76% de aceitação, segundo pesquisa da Ipsos-Mori para o King's College de Londres.
Popularidade e modernidade
Elizabeth II não mostra sinais de querer se aposentar, apesar de, nos últimos anos, ter delegado parte de suas funções a membros mais jovens da família real.
Uma nova pesquisa sugere que o público britânico quer que as coisas continuem como estão, e 70% acreditam que deveria reinar o maior tempo possível, o maior percentual registrado desde 1981.
O apoio à monarquia continua sendo elevado, com 76% de aceitação, segundo pesquisa da Ipsos-Mori para o King's College de Londres.
Em entrevista divulgada nesta quarta, seu neto, o Príncipe William, declarou que está pronto para assumir mais compromissos reais e incentivar uma monarquia mais moderna, rebatendo as acusações de alguns jornais de que é preguiçoso e que passa o tempo desfrutando uma vida de luxo e se omitindo de tarefas oficiais.
Jornais britânicos acusam William de "não ser fã de trabalho" e de ele e sua esposa, Kate, de serem ociosos, mas zelosos demais em suas tentativas de controlar a mídia. Segundo a mídia, o casal realizou menos eventos oficiais do que a rainha Elizabeth, avó de William, e seu marido, o príncipe Philip, de 94 anos.
"Acho que a família real tem que se modernizar e desenvolver ao longo do tempo, tem que continuar sendo relevante, e esse é o desafio para mim agora, como torno a família real relevante nos próximos 20 anos", disse William.
Jornais britânicos acusam William de "não ser fã de trabalho" e de ele e sua esposa, Kate, de serem ociosos, mas zelosos demais em suas tentativas de controlar a mídia. Segundo a mídia, o casal realizou menos eventos oficiais do que a rainha Elizabeth, avó de William, e seu marido, o príncipe Philip, de 94 anos.
"Acho que a família real tem que se modernizar e desenvolver ao longo do tempo, tem que continuar sendo relevante, e esse é o desafio para mim agora, como torno a família real relevante nos próximos 20 anos", disse William.

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