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A greve dos servidores, técnicos e professores da UERN dá mostras de que está chegando ao seu final. 

À exemplo dos movimentos das Universidades Federais que já retornam as atividade letivas na próxima segunda-feira, o movimento paredista cessa sem alcançar o seu objetivo principal, de reajustar os salários da categoria dentro do que fora acordado no ano passado.

Ou seja, após quase um semestre inteiro, o fim da greve se dá por puro esgotamento dos seus articuladores.

No caso da UERN, especificamente, uma audiência de conciliação da justiça recomendada pelo desembargador, Cornélio Alves, foi o caminho encontrado para se chegar a um consenso entre a associação dos docentes da UERN e o Governo do Estado.

Uma reunião programada para amanhã, sexta-feira (16), decorrente da audiência de conciliação os colocará mais uma vez à mesa de negociação donde de cinco pontos propostos pelo Governo, três já foram acatados pelos grevista.

Daí, concluir-se que o final da greve é apenas uma questão de horas, principalmente pela disposição neste sentido demonstrada pelo presidente da ADUERN, Lemoel de Souza, em suas últimas entrevistas concedidas à imprensa.

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