Ator global Marcos Palmeira profere palestra sobre o tema

Promover a qualidade de vida e com proteção ao meio ambiente. Este é um dos objetivos da produção orgânica vegetal. Sua principal característica é não utilizar agrotóxicos, adubos químicos ou substâncias sintéticas que agridam o meio ambiente. Para ser considerado orgânico, o processo produtivo contempla o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais.
Através do convênio técnico entre a Prefeitura Municipal de Mossoró e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do RN (SEBRAE/RN), o município receberá, nesta sexta, 2, e sábado, 3, uma série de atividades sobre o plantio e a comercialização de produtos livres de agrotóxicos.

Na sexta, a programação começa às 9h, em frente ao Museu Municipal Lauro da Escóssia, onde o ator e produtor de alimentos orgânicos, Marcos Palmeira, irá palestrar sobre o seu projeto de orgânicos, Vale das Palmeiras. Como consultor, ele presta assistência técnica em diversos projetos de alimentação orgânica pelo Brasil.
Durante o evento, ocorrerá a feira agroecológica, a partir das 7h, na Praça Pastor Manoel Nunes da Paz (Praça do Museu Municipal Lauro da Escóssia), onde expositores de Mossoró e região estarão expondo e comercializando produtos como hortaliças, frutas, verduras, carnes, galinhas, ovos, mel, castanha, hambúrguer de caju e cosméticos à base de mel. Também serão expostos produtos utilizados na agricultura agroecológica como defensivos naturais, adubos sólidos e líquidos, sementes crioulas e mudas.
Processo de Regionalização da Saúde será lançado na próxima quinta-feira
ASCOM/SESAP01 out 2015 18:31
A Secretaria de Estado da Saúde
Pública (Sesap) realiza na próxima quinta-feira (8), às 9h, na Escola de
Governo, em Natal, o lançamento oficial do Processo de Regionalização
da Saúde do Rio Grande do Norte, com a presença do governador, Robinson
Faria, do secretário de Estado da Saúde Pública, Ricardo Lagreca,
prefeitos, secretários municipais de saúde, diretores de unidades
regionais, diretores de hospitais, além do corpo técnico da Sesap.
“A regionalização é a meta central da
atual gestão e as demais ações dependem e ao mesmo tempo convergem para
esse princípio do Sistema Único de Saúde. Com essa decisão de gestão
passamos a trabalhar intensamente para que isso fosse alcançado. De
forma coletiva houve o planejamento dessas ações que resultaram em
propostas de intenções que deverão ser, a partir de então, homologadas
pelas CIR [ComissõesIntergestores Regionais] e em seguida executadas.
Espera-se com isso um melhor planejamento da saúde do Estado, com a
responsabilização das Regiões de acordo com o que lhes cabe realizar, em
todos os níveis de atenção”, explica o secretário Ricardo Lagreca.
Para o coordenador do processo de
regionalização, Ion Andrade, “o evento marca a conclusão do processo de
formação do Consenso Interfederativo que será base para uma forte agenda
de regionalização, que já foi iniciada, mas que ganha corpo a partir de
outubro”. Ele explica que “embora a regionalização seja uma ‘idéia
força’ constitutiva do SUS e que já foi alvo de esforços da Sesap em
muitos momentos, a construção do consenso é um processo novo que vai
permitir que a tomada de iniciativas em torno da regionalização passe a
ter como protagonista a própria Região, entendida como a aliança entre
municípios e Sesap, agora como agenda consensual”.
Entenda a Regionalização
O processo de regionalização da Saúde vem
fortalecendo o conceito de SUS no RN. O foco da gestão é o reordenamento
do conjunto de serviços, a criação de regiões de saúde mais resolutivas
e auto-suficientes no plano da oferta de serviços e com cursos mais
efetivos para possibilitar aos usuários o acesso a uma atenção à saúde
mais próxima do seu local de moradia.
O trabalho começou em março de 2015, de
forma participativa e solidária, numa agenda apartidária, e vem sendo
desenvolvido em uma discussão coletiva, valorizando o protagonismo e
autoconfiança regionais, com objetivo de criar o compromisso das regiões
com as redes propostas.
Consenso Interferativo
O Consenso é uma construção coletiva das
Regiões em diversas rodadas de discussão e aperfeiçoamento das
propostas. Tomaram parte destas discussões nas regiões as Secretarias de
Saúde, Diretorias Regionais de Saúde, equipes técnicas, universidades e
redes temáticas.
“A idéia é que as discussões regionais
sejam concluídas por discussões na CIR, que darão a elas maior sentido
de exeqüibilidade, além de incorporar idéias ou reformulações de
propostas advindas do processo de discussão”, reforça Ion Andrade. O
consenso interfederativo está materializado em termos de intenção que
permitirão uma ação coesa do SUS no sentido de materializar a
Regionalização da Saúde.
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