Os técnico-administrativos da Universidade
Federal Rural do Semi-Árido votaram em assembleia geral nesta
quarta-feira, 16, pela continuidade da greve que completa 120 dias nessa
sexta-feira, dia 18. A exemplo das demais categorias da esfera federal,
os técnicos da Ufersa não aceitam as medidas anunciadas pelo governo no
início dessa semana.
Durante a assembleia, que contou com 125 participantes, foi feita sugestão para uma mobilização nacional com a invasão de todas as reitorias do país. O indicativo será encaminhado ao Comando Nacional de Greve da FASUBRA e da ANDES para análise. A ideia é cobrar dos reitores uma posição sobre os cortes ocorridos no orçamento das universidades, bem como um posicionamento contundente sobre a implantação do turno contínuo com 30 horas semanais.
Para o presidente da ADUFERSA, professor Joaquim Pinheiro, com as medidas anunciadas no início da semana a situação ficou ainda mais complicada. “A extinção do abono permanência e a suspensão dos concursos representa mais sobrecarga de trabalho, consequentemente, um aceleramento no processo de mercantilização da universidade pública, além de dificultar ainda mais a implantação do turno contínuo”, avaliou o professor.
Durante a assembleia, que contou com 125 participantes, foi feita sugestão para uma mobilização nacional com a invasão de todas as reitorias do país. O indicativo será encaminhado ao Comando Nacional de Greve da FASUBRA e da ANDES para análise. A ideia é cobrar dos reitores uma posição sobre os cortes ocorridos no orçamento das universidades, bem como um posicionamento contundente sobre a implantação do turno contínuo com 30 horas semanais.
Para o presidente da ADUFERSA, professor Joaquim Pinheiro, com as medidas anunciadas no início da semana a situação ficou ainda mais complicada. “A extinção do abono permanência e a suspensão dos concursos representa mais sobrecarga de trabalho, consequentemente, um aceleramento no processo de mercantilização da universidade pública, além de dificultar ainda mais a implantação do turno contínuo”, avaliou o professor.

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