O notável e insuspeito jornal americano The New York Times publicou, em sua edição digital, com destaque, nessa sexta-feira, dia 17 de julho, que o Brasil está se mostrando ao mundo no seu pior momento, desde o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992, elencando como base para a análise : 01)Que a nossa economia, pelo crise governamental, definha e este ano deverá ter uma retração de, pelo menos, 1,8 % do PIB, (em relação ao ano passado), levando ao desemprego em massa, 02) Ampliação da crise política, com o afastamento do PMDB do Governo, iniciado com o rompimento do Deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados e, provavelmente, do Senador Renan Calheiros, presidente do Senado Federal, portanto o Congresso Nacional montando barreira contra o executivo, deixando o vice-presidente da república Michel Temer sem quaisquer condições de articulação, 03) A corrupção pulverizando entidades tidas antes como exemplares, citando nominalmente Petrobrás, ( na qual , segundo o NYT, aconteceu a maior roubalheira em uma estatal em todo o mundo, em países democráticos), BNDES, Eletrobrás e várias autarquias federais, 04) O envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em processos do uso de tráfego de influência para beneficiar empresas, no Brasil e no exterior, envoltas na operação Lava Jato; 05) A impopularidade e isolamento da Presidente Dilma Rousseff, hoje sem apoio político e sem quadros de interlocução com a sociedade; 06) A inflação galopante voltando a infernizar a vida do brasileiro, que convive com juros elevados e uma avassaladora carga tributária, sem retorno para a sociedade. Agora sou eu, é uma péssima imagem tudo isto, meu caro leitor, de Natal ou Mossoró, de Canguaretama ou Grossos, de Almino Afonso ou Assú, de Parnamirim ou Luiz Gomes, de Caicó ou José da Penha, de Macau ou Areia Branca, de Tenente Ananias ou Guamaré, de Pau dos Ferros ou Touros. E veja bem, apenas oito meses após a livre expressão popular pela reeleição da nossa Presidente. São lágrimas para todos os brasileiros. Lí na juventude que se um dia tivesse que escolher entre uma lágrima, um sorriso e um olhar, escolha a lágrima, pois o sorriso pode ser falso, o olhar, passageiro e a lágrima, por mais breve que seja, é verdadeira

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