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Segundo as autoridades, oito turistas morreram em ação


Forças de segurança da Tunísia cercam a área do Parlamento após ataque de militantes com oito mortos nesta quarta-feira (18) (Foto: Fethi Belaid/AFP)
Pelo menos oito pessoas morreram em um ataque realizado por pelo menos dois militantes nesta quarta-feira (18) no complexo do Parlamento da Tunísia, informou um porta-voz do Ministério do Interior local. Outras pessoas ainda eram feitas reféns.
Segundo a Reuters, as oito vítimas são turistas. De acordo com da France Presse e a Associated Press, são sete estrangeiros e um cidadão tunisiano
Os militantes atacaram o complexo de edifícios do Parlamento, o qual inclui um museu, matando as oito pessoas, disse um porta-voz do Ministério do Interior.
Um tiroteio foi ouvido no edifício em torno das 12h locais, segundo a agência de notícias estatal TAP. De acordo com as autoridades, as forças de segurança do ministério estavam cercando dois militantes entrincheirados no interior do Museu Bardo, que faz parte do mesmo complexo.
O museu é uma das principais atrações turísticas de Tunis e apresenta uma das maiores coleções de mosaicos romanos do mundo.
Forças de segurança da Tunísia cercam a área do Parlamento após ataque de militantes com oito mortos nesta quarta-feira (18) (Foto: Fethi Belaid/AFP)Forças de segurança da Tunísia cercam a área do Parlamento após ataque de militantes com oito mortos nesta quarta-feira (18) (Foto: Fethi Belaid/AFP)
Os militantes invadiram o local disfarçados. O trabalho em andamento no Parlamento foi suspenso e o local evacuado.
Jornalistas no local reportaram que entre os mortos estão dois britânicos, um francês, um italiano, um espanhol e um tunisiano. Duas vítimas ainda tinham nacionalidade desconhecida. As informações ainda não foram confirmadas pelas autoridades.
Ainda não está claro quem são os autores do ataque. As forças armadas da Tunísia lutam contra militantes islamitas que surgiram no país após as manifestações de 2011 contra o regime autocrata de Bem Ali.
Milhares de tunisianos também deixaram o país para lutar com grupos militantes na Síria, Iraque e Líbia, e o governo está preocupado com o retorno destes jihadistas e a realização de ataques em seu território.
Fonte: G1

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