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Polícia realizou 2 ações simultâneas e libertou 15 reféns
Sequestros na França acabam com<br />
3 terroristas e 4 reféns mortos; SIGA (Michel Euler/AP; Reuters)
Em empresa perto de Paris, estavam os irmãos que mataram 12 em jornal. Outro sequestrador estava em loja.
presidente da França, François Hollande, classificou as mortes nos últimos ataques terroristas no país, ocorridos durante três dias seguidos, como “uma tragédia para a nação”, nesta sexta-feira (9). Dezessete vítimas morreram: 12 no atentado à “Charlie Hebdo“, uma no ataque à policial de Montrouge e quatro no sequestro à loja judaica em Paris.
A afirmação foi feita durante pronunciamento em rede nacional pouco depois do desfecho de dois sequestros simultâneos, que culminou com a morte de três radicais islâmicos após operações policiais.
Hollande afirmou que o país continuará vigilante contra possíveis novos ataques e que “não cederá a nenhuma pressão”. “A França ainda não acabou com as ameaças das quais é alvo. Os meios [de proteção] serão ainda mais reforçados.”
Ele conclamou novamente aos franceses que permaneçam unidos diante dos últimos ataques terroristas no país. “Já disse que a unidade é nossa melhor arma. Precisamos demonstrar nossa determinação contra tudo o que pode nos dividir. Seremos implacáveis contra atos antissemitas terríveis como este, em Paris. Esses fanáticos não tem nada a ver com a religião islâmica.”
O presidente francês agradeceu a “coragem e eficiência” das forças de segurança do país que atuaram em duas operações simultâneas para libertar os reféns nesta sexta-feira.
Ele anunciou que participará, no próximo domingo, das manifestações convocadas pelos principais partidos políticos, sindicatos e associações das grandes federações muçulmanas. “Sairemos todos mais fortes”, concluiu.

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