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Bastou que o governador Robinson Faria declarasse, em Mossoró, no início da semana semana passada, que mandaria investigar denúncias sobre a distribuição, pelo Programa do Leite do Governo do Estado, de um produto impuro, contaminado por misturas químicas e soro em pó, para que nos dias seguintes as usinas pasteurizadoras que atendem a este programa social voltassem a se abastecer com o leite “in natura” adquirido dos produtores que formam a bacia leiteira no RN.
Com isso, o preço pago pelo leite ao produtor rural teve elevação imediata, já que deixou de ser rejeitado pelos laticínios e queijeiras, que – ao que tudo indica – vinham mesmo se abastecendo em larga escala com o tal “leite fabricado”, de origem ainda desconhecida e clandestina.
Por incrível que possa parecer, em plena seca que já vem se prolongando por três anos no interior potiguar, existia até a semana passada “excesso” de oferta de leite no mercado potiguar, o que fazia o preço do litro ao produtor cair de R$ 1,10 para menos de 90 centavos.
Agora, com as usinas e queijeiras procurando adquirir leite de verdade, o preço do litro está reagindo e já chega até a ultrapassar a casa dos R$ 1,20. Ao consumidor, nos supermercados e padarias, o produto pasteurizado custa R$ 3,20.
*Informações de Marco Aurélio de Sá do Jornal de Hoje.

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