Fácil

 




Qual a missão real de um vereador, ou parlamentar em geral. O desafio foi lançado para a discussão no campo das ideias, pelo vereador e professor Francisco Carlos preocupado com o fato dos seus colegas se manifestarem em plenário citando que logo pela manhã tem suas casas visitadas pelo público, que pede um “caixão de defunto”, pagar um papel de água, luz, medicamento, entre outros. 

A ideia de parlamentar seria algo mais nobre, embora entenda a necessidade do povo mais carente. “Precisamos trazer para essa casa discussões sobre o desemprego, crise na saúde, na educação, enfim, uma pauta que discuta o desenvolvimento de Mossoró”, disse o professor. Francisco Carlos disse que manter o assistencialismo é uma forma arcaica de fazer política que não caberia mais nos tempos atuais, com a cidade precisando retomar o seu desenvolvimento. 

De acordo com o levantamento feito e, citados em plenário pelo vereador Francisco Carlos, aos poucos a estrutura pública de Mossoró vai sendo interditada, e é papel do vereador não permitir que isso aconteça. “Precisamos, por exemplo, discutir porque a renda per capita do mossoroense tem diminuído”,  reforçou o professor. O vereador, sem querer polemizar com seus pares que defendem a postura assistencialista, encerrou sua fala dizendo que deixa seu discurso como ponto de reflexão, até mesmo para valorizar o trabalho realizado pelo legislativo. 

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