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Para empresários, antigo terminal de passageiros deve ser utilizado pelos potiguares, já que reforma recente foi viabilizada por financiamento do Prodetur.


Por Sílvia Ribeiro Dantas
Empresários e governadora debatem futuro do aeroporto Augusto Severo. (Foto: Alberto Leandro)
Empresários e governadora debatem futuro do aeroporto Augusto Severo. (Foto: Alberto Leandro)
O futuro do terminal de passageiros do recém-desativado aeroporto Augusto Severo e da área de 42 hectares no entorno da estrutura, em Parnamirim, gerou uma discussão entre o superintendente do Sebrae-RN, Zeca Melo, o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-RN, Silvio Bezerra, e a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini. Na manhã desta quinta-feira (3), os dois integrantes da entidade que representa empresários potiguares questionaram a governadora sobre o assunto.

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Rio Grande do Norte e a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) estão à frente de um estudo sobre a área, que está sendo planejado pela empresa de consultoria Macroplan.
Na ocasião, o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae afirmou à governadora ter tomado conhecimento de que o aeroporto já foi entregue à Aeronáutica e que a ação é irreversível, ao mesmo tempo em que deixou claro lamentar esse fato. Sílvio Bezerra ressaltou repetidas vezes que o interesse dos empresários fica restrito ao terminal de passageiros e o governo deve tomar uma atitude, para que a área seja aproveitada.

O superintendente do Sebrae, Zeca Melo, reiterou a posição de Bezerra, lembrando que recentemente foi realizada uma grande reforma no terminal aeroportuário, na qual foram empregados cerca de R$ 40 milhões. Melo advertiu que o financiamento foi viabilizado a partir do Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur) e questionou se o Governo do Estado ficaria apenas com a conta da modificação na estrutura.

De acordo com a governadora, existe a intenção de transformar o terminal de passageiros em um centro tecnológico do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), mas que ela ainda não tem informações precisas do uso que a área terá. Ela explicou que a área já pertencia à Infraero, assim não houve qualquer tipo de doação por parte do poder público estadual.

* NOAR

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