Baraúna
ganhará escola técnica para qualificação de mão-de-obra voltada a vocações
econômicas do município, como produção irrigada de frutas, fabricação de
cimento e cal. O projeto retomará obra com essa finalidade paralisada há mais
dez anos, no centro da cidade.
Realizada
em parceria entre Prefeitura e Governo do Estado, a construção da escola
técnica foi interrompida devido à descontinuidade administrativa, decorrente da
mudança de governos. Mas, a prefeita de Baraúna, Luciana Oliveira (PMDB),
determinou a retomada do projeto.
A
Secretaria Municipal de Infraestrutura iniciou levantamento de custos para reparo
de avarias da estrutura atual e conclusão do serviço, em parceria com Governo
do Estado. Com quatro salas de aula, o prédio está rebocado e coberto, mas
paredes e telhado estão deteriorados.
“É
inconcebível que uma obra dessa importância permaneça inconclusa, enquanto empresas
se instalam em Baraúna, mas têm dificuldade com mão-de-obra. A escola técnica
suprirá essa lacuna e capacitará nossos jovens para o mercado de trabalho”, afirma
Luciana Oliveira.
Escola técnica será retomada
VOCAÇÃO
ECONÔMICA
Além
de detentor de vasto parque de fruticultura, Baraúna sedia a fábrica de cimento
Mizu, está a poucos minutos da fábrica de cimento Apodi (em instalação em
Quixeré/CE) e recebe indústria de cal Ical, com capacidade de gerar 200
empregos diretos e 1.200 indiretos.
Inclusive,
a Prefeitura busca parcerias para asfaltar a estrada que liga a zona urbana às
localidades Boa Sorte, Poço Novo e Veneza, onde está sendo construída a Ical,
para facilitar o escoamento da produção, que pode chegar a mil toneladas de cal
por dia, segundo a empresa.
“Aproveitaremos
ao máximo o potencial econômico do nosso município. Além de atrair indústrias, vamos
qualificar mão-de-obra para gerar empregos, fortalecer o comércio local, dá
oportunidade às pessoas, para que todos tenham orgulho de viver em Baraúna”, assegura
Luciana.

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