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A governadora Rosalba Ciarlini, DEM, concedeu entrevista que está publicada no jornal Tribuna do Norte, deste domingo, 22. Como a entrevista foi gravada na quinta-feira, 19, ela não aborda o escândalo do Caixa 2, denunciada pela revista IstoÉ, deste final de semana. Confira alguns trechos da entrevista que também está no site da Tribuna do Norte.
Governadora diz que só fala de eleições no momento de eleições

Por: Aldemar Friere e Sara Vasconcelos 
 
Na semana passada, o TRE decidiu pelo seu afastamento do cargo. Depois, o TSE suspendeu a cassação. Como a senhora recebeu a notícia naquele momento e como está conduzindo o governo diante deste processo? Isso tem atrapalhado na condução da administração?


Fiquei surpresa [com a decisão do TRE], por ser algo inacreditável. Não havia nada que levasse, de acordo com os advogados que acompanham a ação, àquele tipo de resultado. Mas isso já passou, já foi reposto. No entanto, não houve nenhuma solução de continuidade. Pelo contrário, permaneci com as atividades normais, antes mesmo que fosse publicado o acórdão, o Supremo desse o veredicto.

Tudo isso envolve o processo político em Mossoró, que poderá ter eleições em 2 de fevereiro. A senhora pretende participar da eleição suplementar? E, com a impossibilidade de Cláudia Regina e Larissa Rosado participarem, quais nomes do DEM a senhora acredita que poderiam disputar?

Eu avalio dentro de coisas concretas. Nós estamos com um processo sendo avaliado no Supremo que ontem (quinta-feira) deu uma vitória a Cláudia Regina para que ela retorne a Prefeitura. Esse é o momento de  aguardar o resultados, depois saber como as coisas vão ficar. Ainda tem muita coisa para acontecer. Larissa ainda deve recorrer. E só quando este quadro estiver definido, sentaremos com o grupo de Mossoró para analisar e tomar decisões. Com certeza, não ficarei fora de qualquer decisão que seja necessário tomar.

Em pesquisa recente, a senhora teve 7% de aprovação à sua gestão. A senhora acha possível reverter essa rejeição a tempo das eleições?

Eu não vou comentar pesquisas, porque a gente conhece outras. Mas reconheço que existe um desgaste. Porque, infelizmente, hoje o mundo exige tudo de forma imediata e havia uma grande expectativa da população quando eu assumi, porque em Mossoró, em três mandatos, fizemos um trabalho de recuperação e essa marca era muito forte. E como o Estado vinha de uma descrença da educação saúde, segurança, havia a expectativa que tudo acontecesse de uma vez.  Eu encontrei o estado inadimplente e de mãos atadas sem poder fazer nada, era só dificuldade. Não podia fazer um convênio com o governo federal devido as pendências no Cauc. A lei de responsabilidade fiscal não estava sendo respeitada. Tudo levou a tomada de decisões de medidas antipáticas, mas que foram necessárias, como o ajuste fiscal, para retomar a credibilidade para e tomar bilhões, seja por financiamento, PAC, convênios. Retomar obras que estavam paradas. E eu só estou preocupada em que essas obras possam avançar a cada vez mais.

Fonte: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/nao-tenho-o-que-temer/270040

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