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Em que pese estarmos iniciando às comemorações em torno da santa padroeira dos mossoroenses, a qual, sempre recebeu de nós toda a admiração, respeito e devoção, torna-se inconcebível esta forma de reverenciá-la, tendo que causar os enormes transtornos a quem precisa trafegar pelo centro da cidade.

Definem-se áreas (como vimos em postagem abaixo), a prefeitura "loteia" os espaços do estacionamento público - que já são escassos - para dar vêz às instalações de barracas, que, por suas vêz, são taxados pecuniariamente pela fazenda municipal. 

No entanto, não se apresenta - nem a comissão da festa, nem a prefeitura de Mossoró - alternativas de vagas adicionais, por mais extraordinárias que fossem, nos arredores do centro.

Ou seja, menos vagas para estacionamento, menos clientes nas lojas, que para alí estarem recolhem impostos, com base na carga tributária mais violenta do planeta., para dar vez aos barraqueiros advindos de outros estados faturarem em detrimneto do comércio local, já legalmente estabelecido. 

A cidade de Mossoró cresce, mas ver os velhos costumes ainda predominarem, em muitos dos casos.

Como agravante, motoristas tem que se deparar com uma falta de compreensão por parte dos agentes de trânsito que é inversamente proporcional às suas complascências para com o caos instalado.

Multa-se aos borbotões, seja por ter colocado o pneu um pouquinho em cima da faixa que antecede a de pedestre, seja porque tenha entrado no carro quente - de tanto rodar à procura de vaga para estacionar e acabe "flagrado" por estar,momentaneamente, sem o cinto de segurança, por exemplo.

E você só sabe que foi multado quando o boleto do banco chega à sua casa.

Não vamos nem falar o sobre o que sofrem o comércio e os moradores do centro com o fato de neste período os entre-meio das barracas virarem latrinas em pleno céu aberto.

Ademais, quando todos pensamos que este período se encerra com a tradicional procissão do dia 13, eis que os benditos barraqueiros resolvem emendar com as festas de Natal e final de ano e só partem com a chegada dos Três Reis (6 de janeiro). São no mínimo ai uns 40 dias de calvário. Uma temporada!

Temporada, que, justamente deveria ser de melhor acolhimento dos consumidores no centro da cidade, com o natural aquecimento das vendas natalinas.

O Blog só gostaria de saber: em nome de quê estaria aquí, falando sozinho!?

Se queremos que Mossoró seja "a metrópole do futuro", precisamos responder a segunite questão: a partir de que ponto e de quando deixamos - ou deixaremos - de ser província(nos)?

Porque em Mossoró - Já disse Canindé - podem levar a catedral que uma só voz ainda não irá se ouvir a reclamar!

Vamos revitalizar, sim, a festa de Santa Luzia. Mas, inclua-se no processo um melhor ordenamento dos arredores e do trânsito. Do contrário, veremos seus fiéis serem eternamente penalizados.

Pois, a festa, bonita que é durante à noite, destoa do cenário de "inferno de Dante" em que se transforma o centro da cidade nos horários de expediente comercial.

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