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As estimativas do mercado financeiros para o cenário econômico brasileiro pioraram novamente. Analistas estimam que a inflação deve chegar a 9,17% – antes era 8,96%. É a 30ª alta consecutiva das precisões do mercado para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 2021.

A média das estimativas foi divulgada nesta 2ª feira (1º.nov.2021) no Boletim Focus do BC (Banco Central. 

O Boletim Focus traz semanalmente a média das perspectivas dos operadores do mercado em relação aos principais indicadores da economia.

As estimativas da inflação estão acima do que é projetado pelo Ministério da Economia. O governo trabalha com um IPCA de 8,7%. Em 2021, a meta de inflação é de 3,75%, mas já foi abandonada pelo BC.  A inflação oficial do país nos últimos 12 meses está em 10,25%.

A meta de 2022 é que a inflação fique em 3,5%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais (5%) e para menos (2%). Segundo o Focus, a meta ainda pode ser cumprida. Os analistas estimam a inflação em 4,55% no ano que vem. Mas essa é a 15ª alta consecutiva para a projeção; na semana passada, era de 4,40%.

Além da alta da inflação, o mercado voltou a aumentar as estimativas da Selic, a taxa básica de juros. Agora, os juros para 2021 são previstos a 9,25% e para 2022, em 10,25%, em altas de 0,75 ponto percentual em comparação com a semana passada.

As novas perspectivas vieram depois do Copom (Comitê de Política Monetária) aumentar a taxa em 1,5 ponto percentual na última 4ª feira (27.out). Agora, a Selic está em 7,75% ao ano, maior patamar desde setembro de 2017. O objetivo principal do aumento da taxa de juros é controlar a inflação.

Com o cenário de altas da inflação e da Selic, o mercado também estima queda no PIB (Produto Interno Bruto). Para este ano, foi de 4,97% para 4,94%. Já para o ano que vem, caiu de 1,40% para 1,20%.

Além disso, o dólar deve subir. A cotação para o 2021 e 2022 é estimada em R$ 5,50 – antes era de R$ 5,45.

Poder 360



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