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Uma faixa com a frase: "Direitos pela Vida Negra" foi estendida na avenida. Os grupos da 18ª Marcha do Dia da Consciência Negra se reuniram em frente ao Masp e fizeram apresentações de samba, rodas de capoeira e dança


Manifestantes se reuniram para fazer um ato pelo Dia da Consciência Negra e protestar contra o racismo e o governo Bolsonaro na Avenida Paulista na tarde deste sábado (20).

Os grupos da 18ª Marcha do Dia da Consciência Negra se reuniram em frente ao Masp e fizeram diversas atividades culturais. Houve apresentações de samba, rodas de capoeira e dança. Uma faixa com a frase: "Direitos pela Vida Negra" foi estendida na avenida.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) bloqueou toda a via no sentido Centro.

Os manifestantes pediram respeito pelas pessoas negras, igualdade de direitos pela vida e emprego, moradia e comida. Também pediram a saída do presidente Jair Bolsonaro e do vice, Hamilton Mourão. O ato lembrou ainda os 610 mil brasileiros mortos pela Covid-19

Também discursaram lideranças das organizações nacionais do Movimento Negro, parlamentares negros, representantes da frente Povo Sem Medo, Brasil Popular, Centrais Sindicais, partidos políticos de esquerda, entidades estudantis e movimentos de periferia.

Por volta das 17h50, o grupo saiu em caminhada em direção ao Theatro Municipal, no Centro da cidade. Durante o trajeto, a manifestação parou na altura do Carrefour para protestar contra a empresa um ano após a morte de João Alberto, em uma das lojas do supermercado em Porto Alegre. Os manifestantes gritaram "Carrefour racista" e "João Alberto, presente!"


*G1



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