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O Pix, sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central, faz 1 ano nesta 3ª feira (16.nov.2021) e já é um dos meios mais usados pelos brasileiros. A ferramenta tem mais de 110 milhões de usuários e movimenta cerca de R$ 550 bilhões por mês.

Segundo dados do BC, o Pix já foi usado por 104,4 milhões de pessoas e 7,9 milhões de empresas que somam 348 milhões de chaves Pix. Representa 63,6% dos brasileiros com conta em banco e 54,6% das empresas com relacionamento bancário.

A adesão ao Pix superou as expectativas do BC, que lançou o novo formato de pagamento em novembro de 2020 com o intuito de aumentar a eficiência, reduzir os custos e ampliar o número de usuários do sistema financeiro.

O Pix permite transferir recursos em questão de segundos por meio do celular a qualquer hora do dia. O sistema é gratuito para pessoas físicas. Por isso, rapidamente ganhou espaço na preferência dos brasileiros.

Dados do Banco Central mostram que o Pix registrou 1,8 bilhão de transações que movimentaram R$ 1,1 trilhão só no 2º trimestre de 2021. Foi o 3º meio de pagamento mais usado do país no período, atrás apenas dos cartões e dos boletos de pagamento.

Os cartões detêm cerca de 50% dos pagamentos realizados no país e os boletos, 14,9%. Lançado há 1 ano, o Pix tem 12,8% desse mercado. É mais que todo o volume de saques, transferências bancárias, TEDs, DOCs e cheques.

Em junho, o Pix registrou cerca de 745 milhões de transações que movimentaram R$ 420 bilhões. Em setembro, ultrapassou a marca de 1 bilhão de transações por mês e movimentou mais de R$ 554 bilhões. Os dados dos demais meios de pagamento no 3º trimestre de 2021 ainda não foram atualizados.

Nesta 3ª feira (16.nov), às 14h, o BC faz live sobre o balanço do 1º ano de operação do Pix e já prepara novidades para o sistema de pagamentos instantâneos.

A partir de hoje, por exemplo, os bancos poderão bloquear preventivamente operações consideradas suspeitas. A medida visa aumentar a segurança do sistema, usado em fraudes e sequestros nos últimos meses. Por isso, também ganhou um limite de transferência das 10h às 6h.

No próximo dia 29, também serão lançados o Pix Saque e o Pix Troco. As ferramentas permitirão que o consumidor saque dinheiro nas lojas do varejo por meio do Pix e promete reduzir os gastos das empresas com transporte e segurança do papel-moeda. Em 2022, o Pix ainda deve ganhar a opção de débito em conta.

Para o BC, o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos é uma ferramenta importante de digitalização, modernização e inclusão financeira.

A expectativa é que o Pix permita a criação de novos negócios e atraia mais brasileiros para o sistema financeiro, sobretudo depois que o open banking ganhar espaço no Brasil.

Poder 360



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