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"A academia vai ter o auxílio de pessoas como eu e como Fernanda Montenegro e outros acadêmicos já instalados e comprometidos com a vida cultural brasileira. Espero que a gente consiga levar o projeto histórico da ABL adiante”, afirma o novo “imortal” em entrevista ao Globo.

De acordo com o cantor e compositor, que foi também ministro da Cultura do governo do presidente Lula, "a academia está dando um recado que o Brasil é diverso". Gil destaca que "nos campos de representação da vida cultural a presença dos negros ainda é pequena". "Desse vasto universo a academia está a amplidão e a abrangência do Brasil. A sociedade é um diálogo entre quem trabalha no establishment e quem está no trabalho diário de dinamização da vida. É um diálogo entre esses dois campos , uma seta no passado e uma seta no futuro", pontua.

Gil critica o fato de o Brasil não ter mais Ministério da Cultura. Para ele, isso foi "uma atitude desse governo de dizer não a esse amplo significado da vida cultural". E frisa que seu compromisso é outro: "o do reconhecimento do Brasil, de onde viemos, nossas origens".

Brasil 247


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