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O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) ficou em 1,20% em outubro, o maior percentual para o mês desde 1995. O percentual acelerou em relação a setembro, quando marcou 1,14%.

Os dados foram divulgados nesta 3ª feira (26.out.2021) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

O resultado ficou acima das projeções obtidas pelo Poder360, que estimavam desaceleração contra setembro e avanço de 0,97% no mês. O intervalo das projeções era de 0,74% a 1,03%.

No ano, o índice acumula alta de 8,30%. E, em 12 meses, passou de 10,05% em setembro para 10,34% em outubro. Esse é o maior patamar desde fevereiro de 2016, quando chegou a 10,84%.

A prévia da inflação mostra que o índice de preços continuou acelerando em outubro no acumulado de 12 meses. O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, disse que o pico da inflação no período seria em setembro. A autoridade monetária estimou em setembro que o maior patamar fosse de 10,2%. A inflação oficial do país chegou a 10,25% no período.

A taxa está 6,59 pontos percentuais acima da meta de inflação de 2021, que é de 3,75%. Também está fora do intervalo de tolerância, de 2,25% a 5,25%. O Banco Central e o Ministério da Economia reconhecem que haverá o descumprimento da meta inflacionária neste ano.

PREÇOS EM OUTUBRO

Segundo o IBGE, dos 8 grupos pesquisados, houve variações positivas em 8. O maior impacto foi do grupo de transportes, que subiu 2,06%, contribuindo com 0,43 ponto percentual para a prévia da inflação.

As passagens aéreas subiram 34,35% –alta de 0,16 ponto percentual no índice. A gasolina encareceu 1,85% no país, acumulado alta de 40,44% nos últimos 12 meses. O óleo diesel subiu 2,89% em outubro, enquanto o etanol teve alta de 3,20%. Eis a variação de outubro por grupos:


Poder 360


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