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A diretora-geral adjunta da OMS (Organização Mundial da Saúde), Mariângela Simão, afirmou, em entrevista ao RFI, que o surgimento de uma nova pandemia é “inevitável”. Por isso, a OMS estuda a possibilidade de preparar um tratado sobre pandemias.

A execução do documento deve ser discutida durante Assembleia Mundial de Saúde em novembro, segundo Mariângela Simão. O desenvolvimento de um tratado ainda não foi aprovado, mas a ideia já circula entre os países. A expectativa é criar uma série de formalidades que as nações e o setor privado precisam seguir em caso de uma situação de emergência, como uma pandemia.

“Isso é uma coisa que a gente já sabe e que é inevitável. É uma questão de quando vai acontecer”, disse à RFI.

A Assembleia Mundial de Saúde deve debater estratégias para ampliar a cobertura vacinal para todos os países, de modo a evitar o surgimento de novas variantes do coronavírus. A diretora-geral adjunta da OMS disse também que a reunião abordará o avanço da cepa delta, já presente em 188 países.

Mariângela Simão comentou também sobre o cronograma de vacinação para covid-19 no pós-pandemia. De acordo com a diretora-geral adjunta da OMS, ainda não há recomendações claras da organização para tornar a vacinação para covid-19 anual. Ela ressaltou, porém, que existe a possibilidade de que isso aconteça, já que o coronavírus possui características para se tornar endêmico.

VACINAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

A diretora-geral adjunta também reforçou as recomendações da OMS para vacinação de adolescentes. Desde julho de 2021, a vacina da Pfizer é a única recomendada para jovens de 12 a 17 anos. Ela afirmou que a imunização dessa faixa etária deve ser iniciada depois da imunização do público geral e dos adolescentes com comorbidades.

Já para a vacinação de crianças, ela afirmou não haver vacinas aprovadas pela OMS para essa faixa etária.

Poder 360



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