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O Facebook comunicou na madrugada desta 3ª feira (5.out.2021) que uma “falha de configuração” teria deixado a rede social fora do ar por cerca de 6 horas.

“Nossa equipe identificou que mudanças na configuração de roteadores, que coordenam o tráfego de informações em nossa base de dados, comprometeu o fluxo e deixou o sistema fora do ar”, disse o Facebook no site oficial. Comunicou ainda que “não tem evidências de que os dados dos usuários tenham sido comprometidos”.

As redes sociais apresentaram instabilidade no início da tarde, e logo ficaram inoperantes.

Depois de quase 7 horas fora do ar, o WhatsApp voltou a funcionar gradualmente, com o sinal instável, às 19h de 2ª feira (4.out). Mais cedo, o Facebook e o Instagram recuperaram o sinal depois de 6 horas fora do ar.

As plataformas pertencem ao Facebook. Durante toda a tarde e o começo da noite, os sites das redes sociais não carregavam nos computadores e não atualizavam nos aplicativos para aparelhos móveis. O problema ocorreu em todo o mundo. A instabilidade fez com que as ações da companhia caíssem 5,91% na bolsa Nasdaq, principal índice tecnológico dos EUA.

O cofundador e principal acionista do Facebook, Mark Zuckerberg, perdeu cerca de US$ 6 bilhões com o episódio. Ele ficou em 6º lugar no ranking dos homens mais ricos do mundo, perdendo o seu posto para Bill Gates, fundador da Microsoft.

Foi o pior “apagão” nas plataformas da gigante de tecnologia desde 2008, quando um “bug” deixou a rede social fora do ar por um dia inteiro. Quando saiu do ar há 13 anos, a rede social possuía 80 milhões de usuários. Atualmente, segundo a empresa de dados Statista, o número é de 2,8 bilhões. Em 2019, um erro de configuração nos servidores também deixou a rede social fora do ar, mas por apenas 1h.

Mais tarde, o Facebook e o WhatsApp publicaram um pedido de desculpa nas redes sociais.



Poder 360




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