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 Após cerca de quatro horas de reunião da Executiva nacional do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), na quarta-feira (8), o partido optou por se declarar, oficialmente, oposição ao governo de Jair Bolsonaro. O encontro foi motivado pelas falas do presidente durante os atos da última terça (7), classificadas como "gravíssimas" pelo partido.

Em nota oficial, a sigla afirmou que “repudia as atitudes antidemocráticas e irresponsáveis adotadas pelo presidente da República em manifestações pelo Dia da Independência”.

O partido ainda não definiu uma posição oficial sobre a abertura do impeachment, no entanto, a pauta será discutida internamente. Em reunião, os tucanos também avaliaram uma aliança com siglas de centro no Congresso.

O presidente do partido, Bruno Araújo classificou as declarações de Bolsonaro como um "vergonhoso momento da história brasileira".  O PSDB afirma que tem compromisso com a democracia e a defesa das instituições. Durante as manifestações, Jair Bolsonaro voltou a atacar o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes.

A sigla destacou que espera os brasileiros esperam do governo soluções para resolver os problemas econômicos e sociais do país como a inflação, a crise hídrica e o desemprego.

"O PSDB também se alinha à indignação de todos aqueles que têm na democracia, na defesa das instituições e no respeito à liberdade o seu maior compromisso. Os brasileiros esperam de seu governante soluções para a pandemia, para o desemprego, para a inflação crescente, para a crise hídrica, para desigualdade, e para o descalabro fiscal".

Congresso em Foco



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