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Stephenie Taylor queria aumentar a família e ter um segundo filho, mas a britânica não desejava se envolver com ninguém. O alto valor cobrado por clínicas de fertilização locais a assustaram: cerca de R$ 11,6 mil. A mulher de 33 anos então apelou a um “kit de inseminação” vendido on-line.

Por meio de um aplicativo, a britânica achou um doador. O sêmen chegou à sua casa três semanas depois. Na primeira tentativa, com ajuda de um tutorial no YouTube, a britânica engravidou. A pequena Eden, apelidada de eBaby em reportagem do “Daily Star”, já tem 11 meses.

“Você pode dizer que ela (Eden) é um bebê online real. Ela é um pequeno milagre”, disse moradora de Nunthorpe (Inglaterra). “Se eu não tivesse acesso a tudo isso eletronicamente, ela não estaria aqui. Mas estou feliz por ser mãe de novo e estou orgulhoso da maneira como ela veio ao mundo”, acrescentou a britânica, que é mãe também de Frankie, de 5 anos, gerado em um relacionamento.

A mãe e a irmã de Stephenie apoiaram a decisão de engravidar dessa forma nada convencional, mas o pai dela foi contra.

Stephenie disse que não terá nenhum problema se Eden quiser conhecer o homem que “contribuiu com o DNA” para a sua geração quando ela for mais velha.

O doador, que deseja manter o anonimato, disse sobre a parceira:

“Ela é uma pessoa incrível e estou feliz em fazê-lo novamente se ela quiser mais filhos no futuro.”

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