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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirmou que Natal já tem transmissão comunitária da variante delta da Covid.

O setor de Vigilância em Saúde concluiu na sexta-feira (27) a investigação da rede de contatos da paciente de 57 anos que está internada com a variante na capital potiguar e não identificou a origem da contaminação.

A mulher não tem histórico de viagem. E na rede de contatos dela também não foi possível identificar por onde ela foi contaminada.

Assim, a pasta explica que, como não é possível saber a origem da infecção dela pela variante delta, isso faz com que a transmissão seja considerada comunitária, ou seja, sustentada, na capital potiguar.

"A transmissão comunitária é quando a gente faz a investigação de caso, rastreia todos os contatos, e após rastrear todos os contatos, não identifica nenhum contato que tenha vindo de locais em que a transmissão já está existindo, em áreas quentes, epicentros", explicou a coordenadora do setor de Vigilância em Saúde, Juliana Araújo, ao G1.

Em um desses dois casos iniciais a gente não identifica nem histórico de viagem da pessoa que adoeceu, nem histórico de viagem dos contatos dela. Isso significa que quando a gente não identifica essa fonte de transmissão, que ela pegou de alguém que a gente não identificou e que o vírus está circulando no ambiente já sustentado, numa transmissão comunitária".

O Rio Grande do Norte confirmou na sexta-feira (27) o terceiro caso de variante delta na capital potiguar em um paciente do sexo masculino, que testou positivo no dia 10. Ele tomou a primeira dose da vacina e está em boas condições clínicas, segundo a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

Os dois primeiros casos foram confirmados na terça-feira (24) pelo Instituto de Medicina Tropical (IMT) da UFRN. Uma das das pacientes é uma mulher de 57 anos, que está internada em Natal. Ele teve o caso confirmado no dia 8 de agosto e não tem histórico de viagem. Foi por ela que se identificou que há transmissão comunitária na capital.

A outra diagnosticada é uma mulher de 32 anos que chegou de viagem. Ela cumpriu isolamento em casa e não precisou ser internada. Nenhum dos três casos tem relações.

Estudos recentes vêm apontando que a variante delta do coronavírus é muito mais transmissível e tem maior probabilidade de evadir o sistema imunológico, responsável pelas defesas do nosso organismo.

G1/RN


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