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Considerado a prévia da inflação, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) ficou em 0,72% em julho. Desacelerou em relação a junho, quando o índice subiu 0,83%. Ainda assim, a taxa foi a maior para o mês desde 2004.

Os dados foram divulgados nesta 6ª feira (23.jul.2021) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No ano, o índice acumula alta de 4,88%. E, em 12 meses, de 8,59%. Até junho, a alta era de 8,13%.

De acordo com o IBGE, dos 9 grupos de produtos e serviços, 7 tiveram alta no mês. O maior impacto foi de Habitação (+2,14%), puxada pela alta do preço da energia elétrica, que subiu 4,79% no mês. Também acelerou em relação a junho, quando foi de 3,85%.

A bandeira tarifária vermelha patamar 2 está em vigor desde junho. A partir de 1º de julho, houve reajuste de 52% no valor adicional da bandeira. Passou a cobrar R$ 9,492 a cada 100 kWh. Antes, o acréscimo era de R$ 6,243.

O preço do botijão de gás também contribuiu para a alta do IPCA-15. Subiu 3,89% em julho. O gás encanado encareceu 2,79%.

  • Alimentação e bebidas: +0,49%;
  • Habitação: +2,14%;
  • Artigos de residência: +0,81%
  • Vestuário: +0,58%;
  • Transportes: +1,07%;
  • Saúde e cuidados pessoais: -0,24%;
  • Despesas pessoais: +0,36%;
  • Educação: +0,12%;
  • Comunicação: -0,04%.
Poder 360


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