Banner 1

 

A receita do Twitter cresceu 74% de abril a junho deste ano, em comparação com o mesmo trimestre de 2020. Esse foi o maior crescimento da rede social desde 2014. 

No período, a empresa teve um lucro líquido de US$ 66 milhões, revertendo o prejuízo de US$ 1,378 bilhão do mesmo trimestre do ano passado. A receita da empresa atingiu o valor de US$ 1,19 bilhão.

O resultado fez com que as ações da rede social subissem quase 8% depois do fechamento do mercado, na Bolsa dos Estados Unidos.

Segundo o Twitter, a alta foi causada pelo aumento no número de usuários e por novas funções criadas pela rede social. As mudanças motivaram um “um amplo aumento na demanda de anunciantes”, diz nota da empresa.

As receitas vindas de anúncios foram de US$ 1,05 bilhão. 87% maior ante o mesmo período do ano anterior.

Entre as mudanças promovidas pela rede social estão medidas para aumentar a eficácia e a visibilidade de campanhas publicitárias veiculadas na plataforma.

A quantidade de usuários monetizáveis ativos por dia chegou a 206 milhões. A expectativa de analistas era de 205,9 milhões. Essa é a principal métrica para apurar o sucesso da rede social.

No 1º trimestre de 2021, a empresa registrou 199 milhões de usuários.

Desde o começo deste ano, o Twitter tem lançado novas funcionalidades, como salas de bate-papo em áudio e serviços de assinatura para monetizar conteúdo. A rede social agora trabalha em um projeto que visa personalizar a “linha do tempo”, possibilitando a criação de postagens para públicos específicos, como trabalho ou família.

Nesta semana, o Twitter anunciou que o Fleets (funcionalidade semelhante aos Stories do Instagram) deixará de existir. Poucos usuários aderiram ao recurso, segundo a empresa. O Fleets será desativado em 3 de agosto.

O crescimento da empresa é resultado de esforços depois de anos de estagnação nos negócios. O presidente executivo do Twitter, Jack Dorsey, tem o objetivo de dobrar a receita anual da organização até 2023.


Postar Comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem