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Um antigo problema que gera desconforto para o consumidor e prejuízo para os lojistas em Mossoró, pode estar com seus dias contados. Esse é o pensamento do vereador Genilson Alves (Pros), que na sessão da terça-feira, 22, falou sobre o estágio avançado do projeto Zona Azul. A proposta tem como objetivo maior desafogar o trânsito no centro comercial da cidade, facilitando o estacionamento dos veículos para aquelas pessoas que as vezes deixam de comprar por não ter um espaço para deixar seu carro ou sua moto.

Genilson começou o seu pronunciamento lembrando que hoje se encontra na condição de vereador, porém é comerciante por mais de 20 anos e conhece de perto as dificuldades dos clientes para encontrar uma vaga de estacionamento. E isso, confirma ele, só tem gerado prejuízos para as empresas. Hoje, o espaço é ocupado praticamente em sua totalidade, por colaboradores e proprietários de lojas que possuem algum tipo de veículo. “O mais importante é, a Zona Azul que vem sendo projetada, recebe dicas e propostas da própria população, não é algo que será imposto pelo Executivo, por isso parabenizo a atitude do prefeito Allyson Bezerra em ouvir a população naquilo que pode ou não ser feito para mudar a situação atual”, analisou Genilson.

A ideia do novo espaço para o centro comercial de Mossoró, explica Genilson, é de observar a rotatividade. Uma das propostas é dispor de um aplicativo no qual as pessoas poderão comprar um espaço por uma ou duas horas para estacionar e, paralelamente, será reforçado o serviço de transporte coletivo, táxi, mototáxi e aplicativos. Com essa nova postura, acredita o vereador, os ônibus que antes se questionava, eram ocupados apenas por idosos e deficientes, poderão transportar as pessoas que precisam se deslocar até o centro para trabalhar.

Utilizando o transporte público abrirá estacionamento para o consumidor. Com isso, defendeu o vereador Genilson Alves, ganham diferentes setores, pois irá gerar emprego para o mototaxista, profissionais de aplicativos, motorista de ônibus e o cliente saberá que tem espaço no centro para estacionar. “Queremos que a população saiba que a gestão busca transformar Mossoró em referência. Um projeto que não é imposto, e sim aberto para que a população possa participar. Sem vaga no centro, o consumidor acaba migrando para outro setor que ofereça esse serviço”, reforçou. Genilson acredita que agora no segundo semestre dará tudo certo e Mossoró terá outro formato de acesso ao centro da cidade. Ele finalizou pedindo que a empresa responsável pelo projeto tenha cuidado para, da melhor maneira possível, aproveitar o trabalho dos guardadores de carro, o “flanelinha”, que sobrevive dessa atividade.


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