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Do Blog do Barreto

O presidente Jair Bolsonaro com impopularidade altíssima no Rio Grande do Norte perdeu uma grande oportunidade de deixar uma impressão positiva em sua passagem pelo Estado.

Do ponto de vista pragmático motivos não faltaram.

Em Jucurutu ele assinou a liberação de R$ 38,2 milhões para a conclusão das obras da Barragem de Oiticica, um sonho acalentado há mais de 70 anos pela população do Seridó.

Já em Pau dos Ferros, foi assinada a Ordem de Serviço para início da construção do Ramal do Apodi da transposição das águas do Rio São Francisco. Um luta antiga que finalmente vai beneficiar o Rio Grande do Norte. Um investimento de R$ 938,5 milhões.

Mas a natureza do presidente é do confronto, da provocação e do autoritarismo em sua concepção mais vulgar.

Tudo isso ficou em segundo plano no noticiário porque ele preferiu provocar tensões.

Primeiro o uso do Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNIT) para derrubar outdoors com críticas na entrada de Pau dos Ferros. O aparelhamento do estado para prática de censura está sendo investigado pelo Ministério Público Federal.

Ao desembarcar em Mossoró ele chegou “causando” sem máscara. O equipamento de proteção contra a covid-19 e outras doenças infecciosas seria tema de outras duas polêmicas. Primeiro em Jucurutu quando ele mandou uma garota de dez anos retirar a máscara. Depois quando ele mesmo tirou a máscara de um bebê em Pau dos Ferros.

Sem contar que em discurso o presidente atacou a imprensa e pouco tratou das obras.

Ele mesmo se sabotou. A oposição local ao bolsonarismo nem precisou se esforçar muito para abafar a parte positiva da vista do presidente.


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