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A média de novas mortes por covid-19 no Brasil nos últimos 7 dias ficou abaixo de 2.000 pelo 7º dia seguido. Isso significa a pandemia avança de forma mais lenta. Mesmo assim, o cenário pode se complicar.

Projeção feita pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, mostra que o país pode enfrentar uma 3ª onda de infecções pelo coronavírus.

Os dados do Instituto de Métricas de Saúde e Avaliação da universidade norte-americana são usados pela Casa Branca e pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), braço da OMS (Organização Mundial da Saúde) ao avaliarem as ações a serem tomadas no combate à covid.

Segundo as projeções para o Brasil, o país pode ultrapassar a marca de 750 mil mortes em 27 de agosto. O Ministério da Saúde confirmou na 2ª feira (17.mai.2021) mais 786 mortes por covid-19 no Brasil, elevando o total de vítimas para 436.537.

No que a universidade classifica como melhor cenário, quando ao menos 95% dos cidadãos usam máscara de proteção, a marca das 750 mil mortes seria atingida em 27 de agosto.

A universidade entende por pior cenário uma realidade na qual a variante P.1., oriunda de Manaus, continua se espalhando, as pessoas vacinadas abandonam o uso de máscara antes que a maioria da população esteja completamente imunizada e a mobilidade dos não-vacinados aumente.

O Brasil aplicou a 1ª dose de vacinas contra a covid em 39.279.177 pessoas até as 22h dessa 2ª feira (17.mai.2021). Dessas, 19.428.121 receberam a 2ª dose.

O número de vacinados com ao menos uma dose equivale a 18,4% da população, segundo a projeção para 2021 de habitantes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os que receberam as duas doses são 9,1%.

Caso o pior cenário projetado pelos cientistas se confirme, o Brasil voltará a ter mais de 3.000 mortes diárias por covid-19 em 31 de maio. A última vez que isso ocorreu foi em 4 de maio. O país vai atingir o pico em 6 de junho, com mais de 3.900 vítimas por dia. Em 21 de setembro, último dia em que há estimativa, o Brasil teria mais de 2.000 mortos por covid-19 e um total de mais de 970 mil mortes.

No melhor cenário, seriam pouco mais de 779 mil mortes em 21 de setembro. Pela projeção atual, seriam 831 mil mortes pela doença nesta data.

Poder 360


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