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Com a chegada do período mais chuvoso do ano no sertão potiguar, os profissionais de saúde de Mossoró demonstram preocupação com as arboviroses. São doenças como Dengue, Zika e Chycungunya, que costumam sofrer um grande aumento no número de casos durante os meses mais chuvosos, como março, abril e maio.

Para evitar que estas doenças ganhem força em um momento já considerado crítico devido à pandemia da Covid-19 que sobrecarregou os leitos hospitalares da cidade, a Secretaria Municipal de Saúde tem intensificado as ações contra o mosquito transmissor destas doenças: o Aedes Aegypti.

Números

Em 2020, foram notificados em Mossoró pela Vigilância Epidemiológica Municipal, 2.997 casos de Dengue, enquanto as confirmações ficaram em 1.202 casos da doença.

No mesmo ano, também chamam a atenção os registros de Zika, com 1.057 notificações e 196 casos confirmados, bem como, de Chycungunya, cujos números são: 3.982 casos notificados e 2.262 confirmados.

Neste ano de 2021, de janeiro até agora, a Vigilância Epidemiológica já notificou 79 casos de Dengue, mas, nenhuma confirmação. Os casos de Zika também não possuem confirmação, apenas 2 notificações. Quanto à Chycungunya foram notificados 14 casos que aguardam confirmações.

“Os números por enquanto ainda dão uma certa tranquilidade, mas, sabemos que o período das chuvas está aí para aumentar o risco de propagação da Dengue e das demais arboviroses. Temos um plano de contingência que é contínuo e tem ações programadas para o ano todo”, disse a coordenadora da Vigilância Epidemiológica Municipal, Ana Patrícia Targino.

População pode ajudar a combater

Segundo Ana Patrícia Targino, coordenadora da Vigilância Epidemiológica Municipal, a população de Mossoró pode e deve ajudar o trabalho dos agentes de endemias.

Ela orienta que os moradores mantenham os seus quintais limpos, livres de artefatos que podem propiciar o acúmulo de água parada. O mosquito Aedes Aegypit necessita de água parada para manter os criadouros.

“Pedimos que as pessoas contribuam com o nosso trabalho eliminando os possíveis focos de criação e proliferação do mosquito. Se todos fizerem a sua parte, as nossas ações que também são educativas e fiscalizatórias serão mais eficazes no combate às arboviroses”, disse a coordenadora.



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