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A taxa de ocupação de leitos críticos no RN, até às 17 horas desta terça-feira (09), era de 96,1%. Considerada pelas autoridades sanitárias como o epicentro desta nova fase da doença, a Região Metropolitana de Natal estava com 94,9% de ocupação, havia 78 pacientes na lista de espera por UTI e apenas 11 disponíveis.  A taxa da região Seridó era de 94,4% e a do Oeste 98,9%.

Com o objetivo de atender doentes graves, a governadora Fátima Bezerra (PT), disse que o Governo do Estado está abrindo mais leitos para suprir essa demanda, mas observou que existe um limite para isso, em função das dificuldades de comprar equipamentos no mercado e de contratação de mão de obra. "Há dez dias que o ministro Eduardo Pazuello ficou de enviar equipamentos para ajudar na expansão de novos leitos, mas até o momento só chegaram 10 ventiladores. As bombas de infusão não vieram. Não é por que o ministro não queira enviar, mas porque estão faltando."

Fátima negou que o Governo tenha fechado UTIs Covid quando a pandemia arrefeceu no final do ano passado. O que houve, segundo ela, foi a reversão dos leitos vagos para utilização por pacientes de outras patologias, medida tomada, inclusive, consultando o Ministério Público. Além da reversão para Covid dos que foram destinados a outras especialidades, já foram instalados 149 leitos. Outros 110, dos quais 71 na Região Metropolitana, estão em fase de implantação. "Chegamos a 647 leitos na rede SUS. Esses leitos vão ficar como um legado [quando a pandemia acabar] para a população. Para o Hospital de João Câmara, o Maria Alice Fernandes (10 leitos de UTI pediátrica), o Tarcísio Maia." Mais de 4 mil profissionais de saúde estão atuando para manter o funcionamento dessa rede. 

A governadora lamentou que neste momento de calamidade sanitária, quando o país necessita de união para vencer o coronavírus e salvar vidas, algumas pessoas recorram ao instrumento de espalhar notícias falsas com fins políticos. "Não vou politizar uma coisa tão séria. É a vida, meu Deus! Tenho meus princípios de amor ao próximo que não são da boca para fora, mas do coração. O que me cabe é transparência, verdade, é mover montanhas para cuidar da saúde do povo do Rio Grande do Norte."

Com informações da Assecom-RN


    

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