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A governadora Fátima Bezerra disse na quinta-feira (25), durante o encerramento do ciclo de reuniões com os prefeitos e secretários de saúde dos 167 municípios, na cidade de Santa Cruz, que o atual quadro de agravamento da pandemia da Covid-19 é resultado do comportamento social que não se sensibilizou diante das recomendações e alertas. "Agora a conta chegou e estamos articulando os prefeitos para que as medidas sanitárias e protetivas sejam efetivadas, pois são eles que têm a competência legal para disciplinar o funcionamento do comércio e serviços. E o momento exige, com urgência, adoção de medidas mais restritivas.”

Fátima Bezerra sugeriu que os prefeitos devem seguir as regras do decreto estadual e até tomar medidas mais duras, de acordo com a realidade local, como o toque de recolher.

A Governadora admitiu o colapso da saúde na capital e região metropolitana em decorrência do aumento de casos da Covid-19,  "Natal e a Região Metropolitana estão com a assistência de saúde colapsada e já estamos transferindo doentes para Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros. Indago a vocês, vamos deixar o colapso chegar a todo o estado?” Questionou.

Fátima Bezerra pediu aos prefeitos à Federação dos Municípios do RN (Femurn) apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 186 para retorno do auxílio emergencial, mas sem a desvinculação de receitas para educação e saúde, como está colocado. Segundo a governadora, o benefício ajudaria a minimizar o impacto na economia pela restrição às atividades. "O direito à saúde e à educação tem que ser assegurado. Se a desvinculação passar ficará inviabilizado o novo Fundeb que acabamos de aprovar. Apelo aos prefeitos e à bancada de deputados federais e senadores do nosso estado para se posicionarem e votarem contra a desvinculação.”

Com informações da Assecom



 

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