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Mesmo preso desde a noite da última terça-feira (16), o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) teria continuado a enviar mensagens por WhatsApp para colegas de bancada na Câmara. O relato foi feito à CNN por pelo menos três parlamentares da ala bolsonarista do PSL que estão no mesmo grupo de Silveira.

Algumas das mensagens teriam sido enviadas no grupo de WhatsApp da bancada bolsonarista do PSL na Câmara. A CNN teve acesso a pelo menos uma delas, que teria chegado às 23h59 de quarta-feira (17), quando Silveira já estava detido em uma cela da Superintendência da Polícia Federal, na cidade do Rio de Janeiro.

Na mensagem, Silveira teria agradecido aos colegas pelo apoio e defesa após ele ser preso por ordem do Supremo Tribunal Federal e feito uma espécie de mea culpa, dizendo que pode ter "pisado na bola". O deputado teria afirmado, ainda, que não imaginou que envolveria uma situação tão complexa ao ponto de gerar uma crise institucional.

Procurada, a assessoria de imprensa de Silveira ainda não enviou um posicionamento. Mais cedo, a âncora da CNN Daniela Lima noticiou que a Polícia Federal apreendeu dois celulares no local em que o deputado está preso. 

Perícia

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que os dois celulares entrados com o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) na Superintendência da Polícia Federal no Rio, onde ele estava preso, sejam periciados.

"Determino a imediata perícia dos aparelhos apreendidos, com todos os seus dados e remessa dos laudos para o presente inquérito", diz o despacho assinado na quinta-feira.

Com informações da CNN Brasil e Estadão Conteúdo


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