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Fátima Bezerra conta que estado está com logística pronta para receber as doses e dar continuidade à imunização dos profissionais de saúde. 


Carga com 2 milhões de doses da vacina de Oxford chegou ao aeroporto de Guarulhos, em SP, na sexta-feira (22) — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, afirmou neste sábado (23) que o estado vai receber cerca de 30 mil doses da vacina contra Covid-19 de Oxford/AstraZeneca, produzidas no Instituto Serum, na Índia. Em publicação em uma rede social, ela contou que está "aguardando agora a confirmação do horário de aterrissagem" e destacou que a "logística, mais uma vez, já está toda pronta para o recebimento das doses".

Fátima Bezerra destacou que este lote de imunizantes de Oxford vai "contemplar os profissionais da saúde que ainda não foram vacinados".

"Esse lote será totalmente utilizado, já que o intervalo para a segunda dosagem da vacina deste laboratório é de 12 semanas e o Ministério da Saúde nos garantiu o envio de um novo lote até lá", comentou.

A carga com 2 milhões de doses da vacina de Oxford chegou ao Brasil nesta sexta-feira (22). De acordo com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) será a responsável por "preparar toda a etiquetagem e a conferência do material recebido". A expectativa é que ainda neste sábado (23) seja iniciado o transporte para todos os estados do país.


Voluntários do RN são imunizados

No Rio Grande do Norte, mais de 750 voluntários que tomaram placebo na terceira fase da pesquisa da vacina de Oxford em parceria com a AstraZeneca começaram a ser imunizados no estado. No total, 1.523 potiguares participaram da fase de testes no método duplo cego - em que nem participantes e nem os pesquisadores sabem inicialmente quais foram os escolhidos para receber o imunizante contra a Covid-19 ou o placebo.

A revelação para os pacientes começou a ser feita na quinta-feira (21) após a autorização da Anvisa para o uso emergencial da vacina, no domingo passado, e liberação das demais instâncias regulatórias da pesquisa. "Nós quebramos o cego de 80 participantes e foi uma alegria, uma emoção muito grande. As pessoas que já estavam vacinadas ficaram muito emocionadas", explicou a infectologista e professora do departamento de infectologia da UFRN, Eveline Pipolo, que é investigadora principal do estudo da vacina de Oxford no Rio Grande do Norte. 


*G1

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