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A taxa de desemprego chegou a 14,1% no trimestre de setembro a novembro, atingindo 14 milhões de pessoas. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o percentual ficou estável em comparação com o trimestre de junho a agosto, quando esteve em 14,4%.

A população desocupada chegou a 14 milhões. Manteve estabilidade frente ao período anterior, quando registrava 13,8 milhões de pessoas à procura de empregos.

A taxa de desemprego subiu durante a pandemia de covid-19.

A taxa de subutilização atingiu 29% no trimestre encerrado em novembro. O percentual caiu 1,6 ponto percentual em comparação com o trimestre de junho a agosto. Em números, passou de 33,4 milhões para 32,2 milhões. A subutilização é formada por desempregados, subocupados (que trabalham menos de 40 horas semanais e gostariam de trabalhar mais) e uma parcela de pessoas que está disponível para trabalhar, mas não consegue procurar emprego por motivos diversos.

Os desalentados –que são aqueles que desistiram de procurar emprego porque acham que não encontrariam– fazem parte deste grupo. O número de pessoas nessa situação ficou estável no período: 5,7 milhões. Em percentual, representa 5,4%.

MERCADO DE TRABALHO

Os dados do IBGE mostram que a população ocupada subiu 4,8% no trimestre de setembro a novembro em relação ao trimestre anterior (junho a agosto). Saiu de 81,7 milhões para 85,6 milhões no período. O nível de ocupação subiu 1,8 ponto percentual e chegou a 48,6%.

A quantidade de trabalhadores com carteira de trabalho assinada (excluindo empregados domésticos) atingiu 30 milhões. Cresceu 3,1% (mais 895 mil) em relação ao trimestre encerrado em agosto.

O número de empregados sem carteira de trabalho no setor privado subiu 11,2% no mesmo período, chegando a 9,7 milhões.

A taxa de informalidade chegou a 39,1% da população ocupada (ou 33,5 milhões de trabalhadores informais). No trimestre anterior, a taxa foi de 38%.

Poder 360



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