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A pandemia mudou a realidade das pessoas. Com mais tempo dentro de casa, em meio ao distanciamento social, houve o aumento da utilização das redes sociais. Segundo uma pesquisa da Kantar, marca especializada em pesquisa de mercado, as redes sociais, como o Facebook, WhatsApp e Instagram, tiveram um crescimento de uso de 40% na pandemia.

A psicóloga Michelle Costa, do Sistema Hapvida, explica que as redes sociais, bem como a conexão de um modo geral, que deveriam ser algo benéfico nesse período de pandemia, acaba se voltando contra os indivíduos. “As redes sociais servem para diminuir a distância entre as pessoas, facilitando a comunicação e socialização, porém podem tomar muito tempo do cotidiano das pessoas, minando as relações com outros sujeitos que estejam ao nosso redor, fisicamente, com parentes, cônjuges, filhos e amigos”, explica.

A especialista ressalta a necessidade de buscar desenvolver outras atividades como uma forma de reduzir o vício e aproveitar melhor o tempo. “É preciso procurar atividades em que possam ser feitas com amigos ou familiares, como passeios e práticas esportivas, bons filmes também. Mas essas atividades também podem ser feitas sozinho, aproveitando o momento para reflexão pessoal e desfrutar da sua própria companhia”, orienta Michelle.

A psicóloga ressalta a necessidade de se saber encontrar um ponto de equilíbrio para o uso destas. “O equilíbrio se dá através de rotina e autodisciplina. Estipular horários para usar as redes sociais é a melhor alternativa”, declara.

Além disso, destaca que é de extremo valor saber distinguir o real do virtual. “A principal importância é de valorizar e estimular a convivência e socialização com as pessoas. Como dito anteriormente, de aproveitar também a sua própria companhia. Faz bem o contato com as pessoas e consigo mesmo. No mundo virtual, muitas vezes projetamos o que não somos, no mundo real, aprendemos a lidar com quem somos e com os outros”, reforça.




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