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A farmacêutica norte-americana Moderna anunciou que vai solicitar a aprovação do uso emergencial de sua vacina contra o coronavírus nos Estados Unidos e na Europa nesta 2ª feira (30.nov.2020).

O pedido da Moderna é baseado nos resultados de testes que indicam 94,1% de eficácia do imunizante. Os dados mostram ainda que a vacina é 100% eficaz na prevenção de doenças graves causadas pelo coronavírus. 

Mais de 30.000 voluntários participaram da testagem, dos quais 196 indivíduos desenvolveram o coronavírus com sintomas, de acordo com a empresa. Destes, 185 haviam tomado placebo, enquanto 11 haviam recebido a vacina.

O presidente da Moderna, Stéphane Bancel, disse que, caso a decisão das autoridades sanitárias seja positiva, as vacinas poderão ser oferecidas a partir de 21 de dezembro.

“Vamos solicitar hoje [2ª feira (30.nov)] uma autorização de uso de emergência da FDA [Food and Drug Administration, a autoridade sanitária dos Estados Unidos] e continuar avançando com as revisões contínuas que já foram iniciadas com várias agências regulatórias em todo o mundo”, declarou.

A farmacêutica também vai fazer nesta 2ª (30.nov) 1 pedido de uso emergencial da vacina à Agência Europeia de Medicamentos.

Bancel disse que a empresa está “no caminho certo” para produzir 20 milhões de doses até o final de dezembro, e de 500 milhões a 1 bilhão em 2021. Cada pessoa requer duas doses, administradas com 1 mês de intervalo.

A Moderna é a 2ª fabricante de vacinas a solicitar autorização de uso de emergência. A Pfizer, que apresentou o pedido em 20 de novembro, disse que pode produzir até 50 milhões de doses este ano. A vacina também requer duas doses por pessoa.

Poder 360


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