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A ocupação de leitos clínicos e críticos destinados ao tratamento da Covid-19 na iniciativa privada cresceu nos últimos sete dias. De acordo com o 220º Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN), referente aos dados de terça-feira (17), 71 pessoas estavam internadas em leitos da rede particular para tratamento da infecção. O número é 12,69% maior do que o registrado na última terça-feira (10), quando o número de internados em leitos desta tipificação era 63.

o vem sendo notado pelos diretores de hospitais particulares, que reabriram alas exclusiva para a Covid-19 que foram utilizadas entre abril e agosto.

Na reportagem supracitada, o presidente da Sociedade Riograndense do Norte de Infectologia, Igor Thiago Queiroz, relacionou o aumento dos casos ao retorno das aglomerações (inclusive em festas) e pelo descumprimento dos protocolos instituídos na reabertura

Regulação Sesap

Já em relação aos leitos públicos ou privados contratualizados pela saúde do RN, a taxa de ocupação dos leitos clínicos e críticos permanece estável. Em dados retirados da plataforma Regula RN, fonte oficial de dados relacionados à regulação de leitos Covid-19 no Rio Grande do Norte, até o início da manhã desta quarta-feira eram 170 pessoas internadas (84 em leitos críticos e 86 em leitos clínicos). Em relação a taxa de ocupação, a de leitos críticos permanece próximo aos 40% (41,38%) e a de leitos clínicos está em 30,18%.

São 265 leitos disponíveis (113 críticos e 152 clínicos) e 53 bloqueados, que são os leitos que, no momento, não pode ser utilizado por qualquer outra razão diferente da internação (manutenção, falta de pessoal, necessidade de isolamento, etc).

Por região, o Oeste segue com maior ocupação de leitos críticos, com 59,6%. A região metropolitana segue abaixo de 40% (39,1%), enquanto o Seridó apresenta a menor taxa (20,8%)

O prestador de serviços que está com maior ocupação proporcional de leitos críticos é o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, com 75% dos leitos de UTI e semi-intensivos ocupados. Em compensação, o que apresenta menor ocupação é o Hospital Maria Alice Fernandes, na capital potiguar, com 20% dos leitos críticos ocupados.

Tribuna Do Norte


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